quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Autores de chacina pegam 348 anos de prisão




Depois de dois dias de julgamento, terminou por volta das 17 horas desta terça-feira (10) o júri popular dos autores da “chacina de Guaíra”. Os três reús confessos do crime, Jair Correa, Ademar Fernando Luiz e Fabiano Alves de Andrade, foram condenados a 348 anos de prisão, cada um, por 15 homicídios triplamente qualificados e oito tentativas de homicídio qualificado, conforme pedido da Promotoria de Justiça. O crime aconteceu em setembro do ano passado. No júri, presidido pelo juiz Wendel Fernando Brunieri, a defesa tentou reduzir a pena individualizando a conduta dos réus, sob alegação de que teriam agido por injusta provocação das vítimas. Nenhum dos argumentos da defesa foi levado em consideração pelos jurados. “Foi um crime singular, uma condenação exemplar, à altura da barbaridade cometida. É uma resposta do Ministério Público e da população à criminalidade. A chacina foi uma mancha na história do Paraná e a condenação dos réus vem minimizar essa mácula”, disse o promotor Marcos Cristiano Andrade.

Hospital Municipal de Paranacity é interditado após denúncias de irregularidades

A 15ª Regional de Saúde, com sede em Maringá, interditou o Hospital Municipal de Paranacity por irregularidades que iam desde a falta de condições para funcionamento do Centro Cirúrgico até a precariedade da cozinha. Foi dado prazo de 90 dias para que o hospital seja adequado às normas da saúde pública, mas a prefeitura garante que todas as exigências serão cumpridas antes do prazo.
A interdição foi resultado de vários problemas que vinham ocorrendo no hospital há meses, que geraram denúncias junto à Regional de Saúde. O vereador Mário Guzman de Souza (PMN), por exemplo, apresentou provas de que durante a epidemia de gripe suína, quando aumentou muito o movimento no hospital, pessoas que precisavam de internamento tinham de levar roupas (inclusive de cama) de suas casas.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

ENCONTRO DE CADÁVER

O corpo de uma mulher foi encontrado enterrado, na manhã desta segunda-feira (9), na zona rural de Mandaguari – próximo ao limite com Marialva, distante 20 quilômetros de Maringá. Segundo a polícia, o cadáver estava em uma cova rasa, aberta dentro de uma mata fechada, a 200 metros do leito da Estrada da Cachoerinha. O investigador João Osmar Evarini, de Maringá, contou que um sitiante – nome não informado – teria encontrado a cova na quarta-feira passada e avisado a Polícia Militar. Apesar de o sitiante ter repassado dados precisos do local, nenhum policial teria ido ao local. O sitiante teria ligado uma segunda vez à PM, mas mesmo assim não foi atendido. Sem saber a quem recorrer, o sitiante resolveu revelar o achado a um colega que, pela manhã desta segunda, avisou um amigo da Polícia Civil de Maringá. Acompanhado de uma equipe de investigadores, Evarini chegou ao local indicado por volta das 10 horas e bastou revirar um pouco da terra para encontrar o cadáver. Alertada do achado, a Polícia Civil de Mandaguari – auxiliada por peritos da Polícia Científica – desenterraram o corpo no início da tarde. Segundo a polícia, trata-se de uma mulher ainda jovem, morena, cabelos pretos e que vestia calça jeans escura e blusa azul estampada. Nos pés, um par de chinelos de dedo vermelho, tipo Havaianas, número 35/36. O estado do corpo levou a polícia a aventar a possibilidade de a vítima ter sido enterrada há cerca de 20 dias.
A causa da morte será definida através de exames no Instituto Médico legal (IML), de Maringá. Na Delegacia de Polícia Civil, em Mandaguari, não consta registro de pessoa desaparecida. A hipótese de a vítima ser residente em Marialva – ou Maringá – não foi descartada.

FILAS EM BANCO

O Procon de Maringá promete para esta terça-feira (10) uma visita aos bancos que estão transgredindo a lei da fila de espera – no máximo 20 minutos – para atendimento de clientes. Enquanto isso, os maringaenses ficam várias vezes esse tempo, em pé, na fila. Foi o que ocorreu na sexta-feira em agência do Banco do Brasil, situada no Novo Centro, quando o tempo médio de espera chegou a 1h10. Nesta segunda-feira, passou para 1h30.“É uma falta de respeito. Liguei para o Procon e por enquanto nenhum fiscal apareceu aqui”, reclamou o empresário Antônio Aparecido Saganski, que estava havia 35 minutos na fila. “E ainda tem mais de 20 pessoas na minha frente”, anunciou. O vendedor Reginaldo Menezes, que estava na fila havia cerca de uma hora, tentava se resignar, mas não escondia a revolta. “É sempre assim, a fila está sempre enorme”, desabafa.

domingo, 8 de novembro de 2009

Volume de chuvas em 2009 é o maior em 10 anos, aponta Estação Climatológica da UEM

Os dados são da Estação Climatológica da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e se referem à soma do índice pluviométrico apurado de janeiro a outubro.
O ano ainda não terminou e, segundo dados da UEM, já choveu praticamente o dobro do ano passado. Nos dez primeiros meses de 2009, o volume de chuvas aumentou 80% sobre o mesmo período de 2008. Faltam apenas 362 milímetros para que o volume pluviométrico de 2009 ultrapasse os 1.967,3 registrados ao final de 1998.
Com dois meses tradicionalmente chuvosos pela frente, o recorde dos últimos dez anos poderá ser batido. O volume médio de outubro, no município, é de 146,2 milímetros e o de dezembro, 194,7 (média de 341 milímetros no bimestre).

sábado, 7 de novembro de 2009

BRASIL, O PAÍS DO SÉCULO...

Durante viagem ao Reino Unido, o presidente Lula anunciou o século 21 como o século do Brasil. Falou para empresários, se encontrou pela rainha Elizabeth 2ª e recebeu o prestigiado prêmio Chatham House 2009, em Londres, por ser o "motor-chave da estabilidade e da integração na América Latina". Em Brasília, representantes do STF (Supremo Tribunal Federal) e do Senado travaram um debate público sobre o cumprimento de uma decisão da Justiça. O Supremo também analisou denuncia contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) no processo do mensalão mineiro.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PALCO DESABA

A festa política que o governador Roberto Requião pretendia realizar nesta quinta-feira (5) em Paiçandu (a 14 quilômetros de Maringá), para entregar 69 ônibus escolares a 25 municípios da região, por pouco não se transformou em tragédia antes mesmo de começar. O tablado do palco metálico armado em frente à Igreja Matriz do Santo Cura D’Ars – que foi cercada pelos ônibus amarelos que seriam entregues – desabou e cerca de 30 pessoas caíram de uma altura de 2,3 metros. Entre as autoridades que despencaram, estavam, além do próprio governador, deputados estaduais e um federal, secretários municipais e de Estado, prefeitos e vereadores, que foram prestigiar a entrega de parte dos 1.140 ônibus recebidos pelo governo do Paraná em março e que estão sendo distribuídos aos poucos, em grandes eventos públicos.